FOTOGRAFIA E NECESSIDADE

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Focus Escola de Fotografia. Desde 1975 certificando novos profissionais

Focus Escola de Fotografia. Desde 1975 certificando novos profissionais

A FOTOGRAFIA É NECESSÁRIA (*)

Por Enio Leite
Focus Escola de Fotografia
Desde 1975
http://www.escolafocus.net
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Veja mais dicas em:
http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm
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“A Fotografia é necessária… Se ao menos se soubesse para que?” Com este encantador e paradoxal epigrama, o fotógrafo parisiense Nadar, em 1866, resumiu, ao mesmo tempo, a necessidade da nova arte e seu discutível papel dentro da emergente sociedade Industrial.

A Modernidade adquiriu o hábito de tomar a fotografia como substituto do real e não como fotografia; como obra fotográfica; como construção imaginária e estética. Nesse sentido, o advento da fotografia permitiu o questionamento da dogmática clássica, substituindo a “Arte Pura” pelo “Discurso da Arte”, devidamente inserido dentro dos novos propósitos, gerado pelas novas demandas desse momento histórico.
A Fotografia antes de tudo é uma linguagem; um sistema de códigos verbais ou visuais; um instrumento de comunicação. A primeira função de toda a linguagem é “significar”, a segunda é “afirmar o eu” e a terceira é “comunicar”. Desde os primórdios, o homem se apodera da natureza transformando-a. O trabalho é a transformação da natureza. O homem sonha com um trabalho mágico de transformação, sonha com a capacidade de mudar os objetos e dar-lhes novas formas e sentidos por meios mágicos.

Trata-se de um equivalente, na imaginação, daquilo que o trabalho significa na realidade; o homem, a princípio, apresenta grande paixão pelo fantástico.
O homem evoluiu por meio da utilização de ferramentas. Ele se aperfeiçoou produzindo novos utensílios. Não há ferramenta sem o homem e vice-versa. Os dois passaram a coexistir,

indissoluvelmente ligado. A imaginação é a sua essência. Ela é tão importante para o domínio da arte quanto da própria natureza. Criar, desde o momento em que homem se tornou homem, sempre foi, antes de tudo, uma necessidade vital: algo como respirar.
Com a Fotografia, pela primeira vez, a mão se liberou das tarefas artísticas essenciais, concernentes à reprodução das imagens que desde então foram apreendidas pelo olho fixado sobre a objetiva.
No advento da Fotografia já estava contido o germe do futuro cinema, da televisão, das imagens digitais, dos novos discursos visuais e de outras tecnologias que estão por vir.

Inaugurava-se assim, o instrumento mágico capaz de produzir sonhos…
A Fotografia ressalta aspectos do original que escapam ao olho humano e só podem ser apreendidos por uma câmera que se mova livremente para obter diversos ângulos de visão.

Graças a procedimentos como ampliação, velocidades lentas e outros recursos técnicos podem-se atingir realidades despercebidas por qualquer visão natural.

Seus recursos na reprodução de imagens são capazes de criar efeitos ou situações que não são percebidos na cena real. Seu poder de impacto permite maior aproximação da obra e do seu espectador.
A subjetividade que lhe é própria pode mentir, provocar, chocar, gerar cumplicidade, evocar sensações sensuais ou de dor, movimento, odor, som, etc. Proporciona prazer estético, e, também, manipular a opinião pública em favor dos interesses do próprio fotógrafo ou de seus respectivos clientes.
Toda arte é condicionada pelo seu tempo em consonância com idéias, aspirações, necessidades e esperanças de uma situação histórica em particular. Mas ao mesmo tempo, a arte supera essa limitação e, dentro do momento histórico, cria também um momento de superação que permite continuidade no seu desenvolvimento.

O próprio fotógrafo exercita um trabalho intelectual. Raciocina, sente e produz por meio de seu intelecto criativo, padrão cultural, técnica e experiência de vida. A boa fotografia é resultado de árduo projeto e não um mero “acidente fotográfico”.
Ou, como afirma Henri Cartier-Bresson, “fotografar é reconhecer, ao mesmo tempo e numa fração de segundo, um evento e a organização rigorosa das formas percebidas visualmente e que expressam esse evento. É reunir, no mesmo ponto de vista, a cabeça, o olhar e o coração”.

A Fotografia é um dos inúmeros modos de divulgar cultura e produzir conhecimento. A obra do fotógrafo não necessita de discursos e, menos ainda, das justificativas de seu autor.

Ela antes de tudo, informa, fala por si mesma…
Ela é auto-suficiente… É coesa, objetiva, bem lapidada… Esteticamente perfeita…

Dispensa, aliás, tais adjetivos ou outras atribuições. Arte e fotografia andam juntas. Estão em plena cumplicidade

Por mais que se queira apreender a realidade em toda a sua amplitude, qualquer tentativa técnica é parcial, mesmo porque cada um de nós a concebe e interpreta de modos distintos.

E tudo aquilo que não é real ou análogo, passa a estar a serviço das mitologias, das manifestações imaginárias, culturais ou artísticas contemporâneas.

Originariamente, a preponderância absoluta do valor de culto fizera da obra de arte, sobretudo um instrumento mágico, restrito às elites de cada época. Muito mais tarde, até certo ponto, ela seria reconhecida como tal. Na modernidade, a preponderância absoluta de seu valor expositivo lhe empresta funções inteiramente novas, entre as quais pode ocorrer que aquela da qual temos consciência – a função artística – apareça depois como acessória, meros produtos gerados pela industria cultural, com o propósito de democratização do saber, já que a fotografia, e mais ainda o cinema, desde o seu advento, são claros testemunhos nesta vertente. Deve-se, contudo ponderar que toda a produção artística, cultural, intelectual ou mesmo cientifica, sempre se apresentou, de algum modo, antagônica. Ora, em sintonia com os interesses econômicos e políticos de seu respectivomomento histórico, ou como instrumento de contestação e superação.

Portanto, a imagem fotográfica não é, a princípio, uma forma de arte. Como linguagem, ela é o meio pelo qual a obra de arte é realizada.

A Fotografia é sempre uma imagem de algo. Está atrelada ao referencial que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou. Ler uma Fotografia implica reconstituir no tempo seu assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo a um futuro virtual.

Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica: atribui novas formas, novas cores e novos sentidos conotativos ou denotativos; comprova que a Fotografia não está limitada apenas ao seu referente. Ela o ultrapassa na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo. Ou seja, a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada à genialidade criativa e ao potencial cultural e intelectual de seu autor.
A mensagem fotográfica deve transpor sua condição documental, de verossimilhança e sempre transmitir algo mais forte, com maior impacto, que supere sua própria imagem. A Fotografia como toda arte contemporânea, pode ser e é uma ferramenta de percepção para transformar e abrir novos horizontes.

(*) Artigo publicado na revista de fotografia Photo & camera, n. 8 pg. 9, Rio de Janeiro s/d

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA. Referencia de ensino especializado desde 1975

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA. Referencia de ensino especializado desde 1975

FOTOGRAFIA: DICAS IMPORTANTES

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Focus Escola de Fotografia
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Focus Escola de Fotografia, aula em campo, turmas reduzidas de alunos

Focus Escola de Fotografia, aula em campo, turmas reduzidas de alunos

INTRODUÇÃO: A FOTOGRAFIA OFERECE

A Fotografia oferece uma série de atribuições: todos fotografam visando vários objetivos: recordar um momento de vida que passa, documentar um fato ou um fundamento técnico, divulgar uma visão de mundo ou simplesmente expor um conceito, uma idéia.

A Fotografia antes de tudo é uma linguagem. Um sistema de códigos, verbais ou visuais, um instrumento visual de comunicação. E toda a linguagem nada mais é do que um suporte, um meio, uma base, que sustenta aquilo que realmente deve ser dito: a mensagem. Um simples e-mail ou a obra “Guerra e Paz” de Tolstoi, em dois volumes.

A mensagem é uma derivação de dois fatores: conotado e denotado. Qual é a diferença entre o cachorro amigo e o amigo cachorro? Enquanto a primeira é descritiva, a segunda já atribui um determinado valor metafórico.

A Fotografia, ao contrário do que pensamos não é uma cópia fiel da realidade fotografada. Isto porque a objetiva da câmara “filtra” essa imagem e o filme por sua vez a distorce, alterando sua cor, luminosidade e a sensação de tridimensionalidade.

Contudo, por mais que se queira apreender essa realidade em toda a sua amplitude, qualquer tentativa técnica é inútil, mesmo porque cada um de nós a concebe de modo distinto.

E tudo aquilo que não é real ou análogo, passa a estar a serviço das mitologias contemporâneas.

A Fotografia não apenas prolonga a visão natural, como também descobre outro tipo de visão, a visão fotográfica, dotada de gramática própria, estética e ética peculiar. Saber ler, distinguir o detalhe do todo, pode resultar num aprendizado sem fim, e então aquela coisa que não tinha a menor graça para quem as observa, passa a ter vida própria. A Fotografia não é realista, mas sim surrealista, nativamente surreal. Embora a Fotografia gere obras que podem ser denominadas por arte, esta subjetividade, pode mentir provocar, chocar ou ainda proporcionar prazer estético. A imagem fotográfica não é, para começo de conversa, uma forma de arte, em absoluto. Como linguagem, ela é o meio pelo qual as obras de arte, entre outras coisas, são realizadas.

A Fotografia é sempre uma imagem de algo. Esta está atrelada ao referente que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou. Ler uma Fotografia implica reconstituir no tempo um assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo num futuro virtual.

Alunos da Focus Escola de Fotografia. Aula noturna, Centro Historico de São Paulo

Alunos da Focus Escola de Fotografia. Aula noturna, Centro Historico de São Paulo

Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica Esta atribui novas formas, novas cores, novos sentidos conotativos e denotativos. Estas comprovam que a Fotografia não está limitada apenas ao seu referente; ela ultrapassa-o na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo. Ou seja, a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada á genialidade criativa e intelectual de seu autor.

VAI FOTOGRAFAR? VEJA ENTÃO ESTAS 100 DICAS IMPORTANTE:

1. Nunca fotografe com o obJetivo de se tornar uma celebridade instantaneamente. Compreenda que seu o sucesso será decorrencia de trabalhos bem elaborados.
2. Aproveite o dia! Divirta-se enquanto fotografa. Fotografar é prazeiroso!
3. Prepare-se adequadamente para as suas fotos, entenda que a bateria não não irá durar, enquanto você estiver fazendo os preparativos para as fotos do amanhecer. Tenha sempre em mãos pelos menos duas baterias carregadas e um cartão de memória sobressalente.4. Tenha sempre uma roupa mais quente do que você realmente precisa. Use calçados confortaveis, com sola anti-derrapante.

Teatro Municipal de São Paulo, foto Enio Leite

Teatro Municipal de São Paulo, foto Enio Leite

5. Preste atenção ao seu raciocicio e emoções enquanto estiver fotografando
6. Defina metas que você pode alcançar. Primeiro pense, depois fotografe!
7. Escreva suas dicas sobre fotografia, porque ao escrever você também estará aprendendo.
8. Nunca saia para fotografar sem flash e tripé
9. Fique satisfeito com pequenas evoluções
10. Construa relacionamentos com potencial foto-amigos com os mesmos propósitos
11. Observe primeiro o local que você fotografar com seus sentimentos e depois com a câmera
12. Mantenha-se sempre calmo e tranquilo
13. Saiba que você costuma se superestimar
14. Aprenda a utilizar os efeitos da perspectivae da sucessão de planos.
15. Dedique-se a fotografia, mas não subestime demais. Aprenda a aceitar erros e acertos
16. Faça parte de uma comunidade de fotografia. Aprenda a criticar e a ser criticado

Curso de Fotografia em sala de aula. Escola Focus. Turmas reduzidas.

Curso de Fotografia em sala de aula. Escola Focus. Turmas reduzidas.

17. Mantenha sua câmera limpa e livre de poeira. Cuidado com excesso de calor e umidade
18. Nunca se compare a outras pessoas nem em situações melhores ou nem em piores.
19. Encontre o seu próprio estilo de fotografia. Fotografe muito para encontra-lo.
20. Tente compor mais e utilizar menos o obturador.
21. Tente aprender a aceitar a críticas sobre as suas imagens.
22. Faça algo diferente para recuperar criatividade.
23. Inspire-se no trabalho de outros fotógrafos.
24.Critique honestamente, mas com respeito.
25. Peça opiniões da sua mulher ou seu marido.
26. Não copie o estilo de outros fotógrafos.
27. Seja ousado, procure sempre o que não é usual.
28. Atenção para as regras dos terços.
29. Grande angulares como 10mm são show de perpectiva!
30. Trabalhe sempre com grupos de 1oo em 100 fotos. Compare os grupos e aponte os avanços atingidos.

Equipe de professores da Focus Escola de Fotografia no programa ALL TV

Equipe de professores da Focus Escola de Fotografia no programa ALL TV

31. Leia mais livros e artigos sobre fotografia. Leia e pratique.
32. Para dar um impulso extra à fotografia de paisagens, tente integrar uma pessoa, uma arvore ou qualquer outro elemento para compor o primeiro plano.
33. Toda situação de foto é diferente do que você espera. Pense, estude antes de fotografar.
34. Preste atenção às curvas em S e as linhas. Exlore melhor formas geometricas tanto de arquitetura como da natureza.
35. Fotografe sempre em Jpeg + RAW.
36. Mantenha sensor limpo, pois assim você economizará algum limpando suas imagens no Photoshop.
37. Descubra as coisas que você julga ser bonitas.
38. É preciso de tempo para se tornar um bom fotógrafo.

Focus Escola de Fotografia. Aula em estudio fotografico com ventilador. Foto: Enio Leite

Focus Escola de Fotografia. Aula em estudio fotografico com ventilador. Foto: Enio Leite

39. O melhor equipamento é o que você tem hoje. Ou que cabe no seu bolso
40. Você não pode tirar fotografias de tudo.
41. Quebre as regras da fotografia de maneira consciente.
42. Preste atenção à luz. Ela forma diferente volumes nas partes da cena.
43. O olho move-se para o ponto de contraste
44. Nuvens podem aumentar a atmosfera de uma paisagem
45. Inicie um photoblog / Flickr ou /olhares.com
46. Aceite elogios e agradeça a consideração.
47. “foto linda” não é um comentário muito útil para se fazer
48. “Incrivel!” Também não é útil. Tente especificar o que você gostou ou não na imagem.

Cursos de Fotografia Escola Focus. Aula em campo, nas ruas do Centro Histórico de São Paulo

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49. Você não é sua câmera. Ela tem que fotografar do jeito que você enxerga a cena.
50. Faça uma pergunta no final dos seus comentário sobre uma foto para obter algum retorno e iniciar conversa com outros footgrafos.
51. Faça uma revisão de seus arquivos regularmente, quanto mais você fotografar – mais diamantes você achará por lá. Não esqueça de produzir back ups de suas imagens
52. Sempre deixe claro onde está o “eyecatcher” (ponto focal) na sua imagem53. Nenhuma imagem é melhor que a outra
54. Todas as pessoas têm que começar aos poucos
55. A sua opinião sobre fotografia é importante! Tenha uma!
56. Deixe um comentário engraçado, mas com conteúdo.
57. Fale de suas experiências como os seus colegas de fotografia
58. Limite sua foto no que é importante a ser fotografado
59. Participe mais de concursos de fotografia
60. Pós processamento = Otimizando sua imagem para o melhor resultado
61. Fotografe com exposições diferentes tantas vezes quanto for possível.
62. Use photophop o mínimo possível, HDR’s têm sempre um sabor sintético
63. Sempre lembre o que trouxe você para a fotografia
64. Nunca fotografe uma pessoa que não quer ser fotografada,

Focus Escola de Fotografia. Curso de casamentos e eventos sociais, cursos de fotografia presencial e a distancia

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65. Sempre ande ao redor, as vezes a melhor fotografia está dentro de você
66. O que importa é quem está atrás da câmera, não a câmera.
67. Os erros são permitidos! Quanto mais erros você comete, mais você aprende!
68. Se você tem uma idéia e imediatamente pensa: “isso não vai funcionar” – Faça de qualquer jeito. Na dúvida, fotografe sempre.
69. Entenda e olhe para o histograma enquanto fotografa. Ele fornece muitas informações importantes sobre a sua imagem.
70. Conheça a sua câmera, pois procurar o botão do menu a noite, definitivamente, é um tempo que você não quer perder.
71. Fotografe com a maior freqüência possível.
72. Acredite em você mesmo
73. Não tenha medo de se sujar.

Tecnicas de macrofotografia. Focus Escola de Fotografia. Cursos de fotografia em São Paulo ou a distancia EAD

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74. Preste atenção na qualidade das suas imagens.
75. Suas fotografias são um mapa pessoal da sua psique.
76. Sempre revalide as suas configurações de ISO. É terrível descobrir que elas estava errada apenas quando estiver vendo as fotos na tela do seu computador.
77. Agradeça por todos os comentários e observações feitas as suas fotos.
78. Nunca confie no seu LCD. Normalmente, ele é mais nítido e brilhante que a imagem original.
79. Tenha sempre espaço em disco suficiente, pois é muito barato e você precisará.
80. Aprenda a aproveitar momentos bonitos quando você não tem uma câmera.
81. Sempre chegue pelo menos meia hora antes do nascer ou do por do sol, compor com pressa é uma má escolha.
82. Tente ampliar os seu limites mentais e físicos. Tire algumas fotos extras quando você pensar “isso já é suficiente”.
83. Preste atenção às estruturas no céu e espere até que eles se encaixem nas estruturas em primeiro plano
84. Visite o mesmo lugar com a maior freqüência possível. A luz nunca mostra a mesma montanha.
85. Imprima as suas imagens em tamanho grande. Você vai amar isso!
86. Calibre seu monitor. Trabalhar com um monitor que não é exato é como estar com alguém que você não pode confiar. Isso sempre termina mal.
87. Não se pense sobre o que os outros possam dizer sobre suas imagens. Se você gosta delas, isso é o que vale.
88. Nunca censure você mesmo. Aprenda com seus erros e olhe para a frente e não para trás.
89. Lute contra a sua preguiça! Criatividade vem após a disciplina.
90. Pergunte a você mesmo: O que quer expressar em suas imagens?
91. Sempre pense fora da caixa, colete idéias de fotografias que você pode fazer e pergunte-se: porque não?
92. Procure por um mentor.
93. Fotografia nunca é perda de tempo
94. Cada comunidade tem as suas desvantagens. Não transpareça isso com uma resposta emocional
95. Sempre haverá pessoas que não estarão satisfeitas com o que você está fazendo.
96. Henri Cartier-Bresson tinha razão quando disse que “Suas primeiras 10000 fotografias são suas piores”.
97. Uma câmera melhor não garante imagens melhores.
98. Tenha sempre em mente imprimir as suas imagens quando você estiver no pro-processamento.
99. Fotografia é justa: você ganha publicidade com a qualidade das suas imagens. Ao menos que suas imagens sejam roubadas, não há uma forma de se enganar por muito tempo.
100. Começe a elaborar lista com 100 grandes temas que você sempre quis fotografar.

(*) Artigo originalmente publicado na Revista Super Foto Prática, número 32, Lisboa. Prof. Enio Leite. Focus Escola de Fotografia & Novas Tecnologias.

Juarez Silva, monitor da Focus Escola de Fotografia é entrevistado pela TV Cultura, durante as aulas práticas em campo

Juarez Silva, monitor da Focus Escola de Fotografia é entrevistado pela TV Cultura, durante as aulas práticas em campo

PRESERVAÇÃO FOTOGRAFICA DIGITAL

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FOTOGRAFIA DIGITAL E PRESERVAÇÃO DA IMAGEM

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA CURSO FOTOGRAFIA DE MODA, FOTO: TIAGO ORNELLAS

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA CURSO FOTOGRAFIA DE MODA, FOTO: TIAGO ORNELLAS

Desde sua invenção, a fotografia tem sido utilizada como instrumento para a memória: um ínfimo recorte do tempo e do espaço que, registrado através da luz, poderá ser perpetuado por séculos. Porém, se não preservarmos essa imagem ela desaparecerá, como efêmera que é.

A fotografia digital também se mostra frágil, colocando novos desafios para a preservação. Para muitos fotógrafos, a película fotográfica ainda é o meio mais seguro de conservação de uma imagem. Inclusive nos meios juridicos.
Como fazer para que milhões de imagens produzidas todos os anos não se percam? Como protegê-las da ação do tempo e garantir que elas continuem a comunicar ao longo de outras gerações? Desde o início da fotografia digital esse debate se tornou fundamental dentro dos centros de documentação e museus e, agora, começa a ganhar lugar também nos portfolios fotográficos e nos arquivos pessoais de todos aqueles que adoram fotografar.

Durante anos a chamada síndrome do vinagre foi a grande vilã que deteriorou quilômetros de rolos de filmes fotográficos, com seus fungos corroendo a história da vida privada de famílias em todo o globo. Porém, além da corrosão, existe um problema tecnológico: as indústrias estão produzindo cada vez menos papel fotográfico. Além da restauração, existe a questão do material. Se uma imagem, hoje, estraga, muitas vezes você não pode fazer outra, pois não existe mais o papel. E a película fotográfica ainda é o meio mais seguro de conservação de uma imagem. Ressaltamos, ainda, a incerteza quanto ao tempo de vida dos suportes rapidamente das prateleirasdas lojas fotográficas, deixando milhões de arquivos presos em um formato incompatível.

CURSO DE FOTOGRAFIA EM ESDUDIO. Retrato e Books. ESCOLA FOCUS

CURSO DE FOTOGRAFIA EM ESDUDIO. Retrato e Books. ESCOLA FOCUS

Há a necessidade da preservação preventiva: que o próprio fotógrafo selecione e organize periodicamente suas imagens impressas, mantendo-as atualizadas com as mudanças tecnológicas.“O que se guarda acaba tornando-se a nossa história e o que não é guardado se perde e é apagado de nossas memórias, precisamos escolher o que queremos guardar, principalmente diante da possibilidade, com a fotografia digital, de se produzir grande quantidade de imagens. Por isso, seria fundamental uma seleção periódica, para impedir que aquilo que é realmente importante se perca junto com todo o resto.

A questão da velocidade com que novas tecnologias são colocadas e retiradas no mercado e como esta rapidez é um dos principais fatores de risco para a perda da memória fotográfica. Para evitá-la, é preciso sempre migrar os arquivos para a tecnologia mais recente, evitando que eles fiquem presos em um suporte obsoleto (como já ocorreu com os disquetes e atualmente com os CDs de 700 Mb).

A preservação preventiva é fundamental para minimizar os fatores da degradação do material. A questão não é apenas o quê guardar, mas como guardar. O padrão utilizado e recomendado pelos centros de memória ainda é o ponto tiff. A idéia proposta foi a de se salvar imagens com duas resoluções diferentes, uma mais baixa – para facilitar o acesso – e uma alta, destinada a um arquivo permanente. Ponto comum na fala de todos os profissionais, portanto, é a preocupação com a vida dos arquivos: cada fotógrafo deve criar um sistema de catalogação de suas imagens que permita sempre revê-las, pois apenas com a revisitação é que a memória permanece viva. Porém, a maneira mais segura ainda é imprimir em papel fotografico as melhores imagens. Futuros programas de imagens poderão apresentar velocidades mais rápidas, maior profundidade de cor, melhor resolução, prejudicando a visualização de imagens antigas.

Saida fotografica: Alunos da Escola Focus fotografam no largo São Francisco, de costas para a Faculdade de Direito USP

Saida fotografica: Alunos da Escola Focus fotografam no largo São Francisco, de costas para a Faculdade de Direito USP

Nossa sugestão é a de que cada amante da fotografia faça um livro por ano, escolhendo as fotografias que mais lhe significam: “monte, escreva legendas, dê um nome e mande encadernar com capa dura. Pronto: você terá uma prática forma de guardar viva suas memórias. Mas prefira sempre papéis foográficos, processo fotoquimico. Ou quando não for possivel, papéis fptpgrafco para impressora com base de algodão.

1- Síndrome do vinagre

Esse nome lhe é atribuído pelo forte odor de vinagre gerado pela reprodução de fungos nas películas fotográficas de acetato. O processo ocorre por causa do acondicionamento inadequado. Ele pode expor a película à umidade e às altas temperaturas, favorecendo a proliferação de fungos devido ao ácido acético residual da revelação, que permanece na película, e se liga com os cristais de prata do filme fotográfico. Assim, partes da imagem terminam cobertas por esse fungo e partes são corroídas por ele.

2- Impressão de Jato de Tinta
As impressoras jato de tinta são as impressoras mais vendidas atualmente. Ao invés de usar agulhas e fita como as matriciais, as impressoras jato de tinta trabalham espirrando gotículas de tinta sobre o papel, conseguindo uma boa qualidade de impressão, próxima à de impressoras a laser. Outra vantagem destas impressoras é seu baixo custo, o que as torna perfeitas para o uso doméstico.
Estas impressoras podem usar basicamente três tecnologias de impressão: a Buble Jet, ou jato de bolhas, a Piezoelétrica e a de troca de estado.

Saida fotografica noturna. Focus Escola de Fotografia. Foto: Enio Leite

Saida fotografica noturna. Focus Escola de Fotografia. Foto: Enio Leite

A tecnologia Buble Jet foi criada pela Canon, que detém a patente do nome até hoje. Esta tecnologia consiste em aquecer a tinta através de uma pequena resistência, formando pequenas bolhas de ar, que fazem a tinta espirrar com violência sobre o papel. Esta tecnologia é usada em várias marcas de impressoras, como as da própria Canon. No caso das impressoras HP, a tecnologia recebe o nome de “Ink Jet”, apesar do princípio de funcionamento ser o mesmo.

Uma desvantagem desta tecnologia é que, devido ao aquecimento, a cabeça de impressão costuma se desgastar depois de pouco tempo, perdendo a precisão. Por outro lado, por serem extremamente simples, as cabeças são baratas, e por isso são embutidas nos próprios cartuchos de impressão.

As impressoras Epson por sua vez, utilizam uma cabeça de impressão Piezoelétrica, que funciona mais ou menos como uma bomba microscópica, borrifando a tinta sobre o papel. A cabeça de impressão consiste em uma pequena canalização, com um cristal piezoelétrico próximo da ponta. Quanto recebe eletricidade, este cristal vibra, fazendo com que gotículas de tinta sejam expelidas para fora do cartucho.

Esta tecnologia traz como vantagem uma maior precisão, que permite numa impressão com uma resolução muito maior. A Epson Stilus 600, por exemplo, é capaz de imprimir com até 1440 DPI (pontos por polegada) enquanto uma HP 692C, que está na mesma faixa de preço, imprime no máximo a 600 DPI.

A HP por sua vez, alega que apesar de usarem resolução menor, suas impressoras possuem uma qualidade de impressão equivalente. A alguns anos atras ela lançou até uma campanha publicitária, falando de pontos por polegada e abacaxis por polegada.

Como as cabeças de impressão Piezoelétricas possuem maior durabilidade e, são muito mais complexas e caras do que as buble-jet, elas não são trocadas junto com os cartuchos, fazendo parte da impressora. Por um lado isso é bom, pois permite baratear um pouco os cartuchos, mas por outro lado, torna a impressora mais susceptível a problemas, como o entupimento das cabeças de impressão, sendo que troca em uma autorizada muitas vezes acaba custando mais da metade do preço de uma impressora nova.

Alunos da Focus são convidados por profissionais em Fotojornalimo Esportivo. focus Escola de Fotografia

Alunos da Focus são convidados por profissionais em Fotojornalimo Esportivo. focus Escola de Fotografia

Há  também impressoras de troca de estado, que utilizam tinta sólida, um tipo de cera, geralmente em forma de fitas. Nestas impressoras, a tinta é derretida e espirrada sobre o papel. A vantagem é que, como a tinta é um tipo de cera, a impressão assume um aspecto brilhante, com qualidade semelhante à de uma foto, mesmo usando papel comum.

Um exemplo de impressora de troca de estado é a Citizen Printiva, que possui uma qualidade de impressão surpreendente, mas que demora cerca de 6 minutos para imprimir uma página colorida e possui um custo de impressão salgado.

3 – Os mitos da impressão jato de tinta

Foto impressa em jato de tinta desbota, não dura nada? Você precisa rever seus (pré) conceitos.

A maioria dos fotógrafos tem alguns conceitos errados sobre a foto impressa em jato de tinta. Os mais arraigados são sobre durabilidade, qualidade e preço.

Durabilidade – Quanto tempo dura um foto em papel fotográfico tradicional? Os fabricantes garantem mais de cem anos, em condições que distam muito da realidade. O consumidor comprou esta característica e não entende por as fotos no álbum de plástico ácido estão desbotadas. Eles também desconhecem que as fotos impressas em jato de tinta pode durar bem mais que a química. O processo é por transferência de tinta, semelhante mas muito superior ao gráfico, mais estável que o cromogênico.
A durabilidade depende, além das condições de armazenamento, principalmente das tintas e papel utilizados.

Pratica em estudio, alunos da Focus Escola de Fotografia

Pratica em estudio, alunos da Focus Escola de Fotografia

As tintas Ultrachrome K3 tem pigmentos à base de água, com proteção UV. Deferentes das outras tintas a base de solvente, destinadas ao mercado de sinalização, que não têm a mesma finalidade de durabilidade e não são indicadas para memória fotográfica. Os papeis profissionais de jato são resistentes à água e ao raois UV. Os de qualidade museu (“fine art”) são “acid free” e 100% algodão na composição.

A empresa WIR (Wilhelm Imaging Research, Inc.), que pesquisa a estabilidade e permanência da fotografia colorida tradicional e digital e presta consultoria museus e arquivos como MoMAde Nova York e Corbis, testou o stylus Pro 3800 e as tintas Ultrachrome K3. A fototela sem spray de proteção, emoldurada com vidro chegou a 105 anos. Sem vidro, 76 anos. Se armazenados no escuro ou em álbum com controle de temperatura 22ºC e umidade de 50% , a maioria dos papeis atingiu 200 anos. Alguns até 300 anos.

Qualidade – A pesquisa constante na tecnologia de tintas, de impressão e nos softwares garantem alta qualidade às impressões feitas em jato de tinta.
Algumas impressoras utilizam MicroPiezo, em que pulsos elétricos forçam as microgotas de tinta a passar pelos bicos da cabeça de impressão, atingindo o papel com velocidade balística e altíssima precisão, garantindo alta definição da imagem. As impressoras profissionais alcançam resolução real de 2880 x 1440 dpi. Imprimem em oito cores e o lançamento do Vivid Magenta veio aprimorar o rendimento de azuis e violetas intensos.

Alunos digitalizam imagens a partir de filme negativo

Alunos digitalizam imagens a partir de filme negativo

Além das vantagens de ter a performance melhorada com novos drivers sem precisar trocar o equipamento e os sistemas de auto-ajust sem interrupção da produção.

A tecnologia MicroPiezo somada às tintas pigmentos Ultrachrome K3 e aos papéis microporosos garantem a longevidade da foto, com altíssima qualidade.

Preços – Comparar uma impressão jato de tinta profissional com uma cópia 10 x 15 químicanão tem lógica. Uma impressora jato de tinta profissional não revela commodities. Ela gera produtos de valor agregado.

Avaliação de fotos dos alunos dos cursos de fotografia da Escola Focus

Avaliação de fotos dos alunos dos cursos de fotografia da Escola Focus

Elas são econômicas, umas vez que se eliminam as perdas, a manutenção é baixa e a tecnologia de pressurização dos cartuchos e da cabeça de impressão controla o uso correto das tintas. Impressoras jato de tinta não produzem volume. Elas oferecem agilidade com qualidade e versatilidade. Principalmente quando necessitamos de provas para aferir tratamentos realizados com o Adobe Photoshop. Quando nos referimos à comodidade a relação custo x benefício é indiscutível. Basta saber o que efetivamente irá caber no bolso do consumidor

Por Enio Leite
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FOTOGRAFIA DIGITAL

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Exemplo de camera compacta analogica, com telemetro. Focus Escola de Fotografia

Exemplo de camera compacta analogica, com telemetro. Focus Escola de Fotografia

QUAL CÂMERA DIGITAL?
Tudo começa por aqui. Qual camera escolher?

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Hoje em dia a oferta de câmeras digitais ainda é muito grande, há inumeros tipos e modelos no mercado. Não se trata somente de diversidade de fabricantes, mas também dos muitos conceitos e tecnologias adotadas. Um bom caminho para escolher seria, por um lado, tentar determinar com exatidão qual a utilização média do equipamento fotográfico a adquirir e, por outro, impor um limite de verba que se pretende despender na aquisição do mesmo.

A Câmera Digital já está chegando à casa dos 22 Mega Pixels, com equipamentos que variam de U$1.300 até U$15.000 dólares.
Deve-se adquirir um bom monitor, no mínimo com 17 polegadas, que seja digital e que tenha tela plana – com regulagem de calibração para vários tipos de saída. Obs.: o maior inimigo do fotógrafo digital é o monitor velho ou mal calibrado. O que se vê na tela nada tem a ver com o resultado final de uma impressão. Para se ter uma idéia melhor do resultado final, baseie-se no“Info” da imagem do programa Adobe Photoshop. Ou seja, com um bom programa de calibragem, o usuário terá que programar vários tipos de tela com calibragens diferentes para cada tipo de saída. LVT, CMYC, RGB, WEB e outras.

Aula em campo com cameras digitiais. Cursos de fotografia da Escola Focus

Aula em campo com cameras digitiais. Cursos de fotografia da Escola Focus

Monitores de LCD – Liquid Cristal Display, apresentam contraste maior de imagens, exigindo do usuário fotógrafo maior atenção na aquisição para a qualidade e para os recursos de calibragem fina da tela.

Os preços vão variar de R$ 1.100 até R$ 2.500 para os amadores e podem chegar até cerca de R$ 20.000 para os profissionais, sendo estes últimos monitores de tela plana e com alta fidelidade de cores.

O computador, para trabalhar com tranqüilidade, deverá possuir um processador 2 DUO com, no mínimo, 3.0 MHz de velocidade e 2 giga de memória RAM, além de possuir um HD com aproximadamente 240 Gigabytes. Acessórios como gravador de DvD e placa de vídeo com o mínimo de 128 MB – de preferência Raydeon – são indispensáveis, em razão do grande volume dos arquivos de imagem a serem transportados ou copiados
.
Para finalizar, faça testes, testes e mais testes, pois, antes de oferecer um trabalho digital, deve-se ter certeza do resultado final.

A fotografia prática é uma constante nas aulas da Focus Escola de Fotografia

A fotografia prática é uma constante nas aulas da Focus Escola de Fotografia

Esse processo ainda está em 20% de sua capacidade final e a própria indústria digital ainda não definiu um parâmetro para aplicação em trabalhos profissionais. A prova disto são os constantes upgrades e os lançamentos diários de novas cameras, processos e formas de captação da imagem. Os arquivos de imagens ainda apresentam durabilidade duvidosa. Procure visualizar no seu computador uma imagem produzida com equipamento atual e equapamento de 5 ou 6 anos atrás, com o mesmo peso em megabytes.

Conclusão: Não basta apenas possuir um bom equipamento, temos que investir em conhecimento, experiência e qualidade de imagem.

A FOTOGRAFIA DIGITAL -INTRODUÇÃO

1. O que é uma fotografia digital?
Uma fotografia digital é como um minusculo mosaico,formado por minuculos quadradinhos coloridos, denominado pixels, do inglês picture elements.Cada imagem digital é formada por grande número de pixels, sendo que cada um deles tem uma única cor e uma única posição na imagem.

2. O que é pixel?
Pixel= picture element é o formador da imagem digital. Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels iniciam a imagem visivel.

3. O que é megapixel?
Megapixel na verdade é apenas um número ligado a qualidade da imagem digital, um CCD com 3 megapixel é um CCD onde o produto
de seus pixels na horizontal pelos pixels na vertical é da ordem de 3 milhões de pixels. Uma câmera digital que tem 3000 pixels na horizontal e 2000 pixels na vertical tem 6 000 000 pixels ou seja 6 megapixel (prefixo mega é igual a milhão)

5. Qual é a relação entre a qualidade da imagem e o número de pixels?
A qualidade da imagem é diretamente proporcional ao número de pixels que forma a imagem. Maiores CCDs , onde o número de pixels é grande, de forma geral produzem imagens digitais de melhor qualidade.

6. O que é um CCD?
CCD significa charge-coupled device, ou seja dispositivo de carga acoplada. É um sistema eletrônico formado por fotodiôdos onde a luz incidente produz diferenças de potencial que são proporcionais a quantidade de luz incidente. Assim, quanto mais luz atingindo os fotodiôdos que formam o CCD maior é a voltagem: esta é interpretada pelo sistema eletrônico da câmera e
associa esses valores aos tons presentes na cena fotografada.

Produção em Estudio. Focus Escola de Fotografia Cursos de fotografia digital

Produção em Estudio. Focus Escola de Fotografia Cursos de fotografia digital

7. O que é um CMOS?
CMOS é pronunciado como see-mos e significa Complementary metal-oxide semicondutor, é produzido com tecnologia mais simples que os CCD e portanto mais econômicos. Atualmente a qualidade dos detectores CCD são superiores aos CMOS.

8. O que é resolução de uma câmera digital?
A resolução de uma câmera digital é basicamente o produto do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical, quanto maior esse número, melhor é a qualidade da imagem.

9. O que é formato de arquivo: TIFF, JPEG e RAW?
Os arquivos produzidos pelas câmeras podem ser “escritos” de diversas maneiras. Os modelos mais importantes e populares para
a gravação dos arquivos são os formatos TIFF e JPEG. Os arquivos JPEG são mais compactos, isto é, economizam espaços de memória e são suficientes para a maior parte dos usos de imagens digitais. Os arquivos TIFF são arquivos maiores, que consomem maior quantidade de memória e devem ser usados em situações onde a qualidade deve ser preservada. Os arquivos RAW são os arquivos nativos do CCD ou CMOS. São arquivos preto e branco que podem ser convertidos para TIFF ou JPEG. Os arquivos RAW são importantes pois são econômicos em termos de memória e servem como negativos digitais – não podem sofrer alterações.

8. O que é DPI?
DPI significa dots per inch, isto é, pontos por polegada. É uma expressão importada das artes gráficas, na fotografia digital é mais conveniente o uso da expressão ppi, ou seja, pixels per inch ou pixel por polegada.

1. Câmeras digitais e câmeras convencionais: conceitos e limitações.
As câmeras digitais obedecem basicamente os mesmos modelos das câmeras convencionais, isto é, podem ser compaticas com lente fixa, utilizadas em celulares, compactas com zoom, câmeras reflex profissionais, câmeras de médio formato e câmeras de grande formato.

2. Quais as principais vantagens da câmera digital em comparação com a câmera convencional?
As principais vantagens das cameras digitais são a rapidez na obtenção da imagem e custos de operação reduzidos.

Aula de fotografia publicitaria Escola Focus

Aula de fotografia publicitaria Escola Focus

3. Como ajustar a câmera digital antes de usá-la?
De forma geral, não são grandes as dificuldades na operação das câmeras digitais – na maioria das vezes leitura no manual do fabricante sem conhecimento previo dos termos tecnicos utilizados não são suficientes. A instalação das baterias e colocação de cartão. já formatado pela camera, para a gravação das imagens são passos essenciais. Cuidado com o cartão. Como toda a midia magnetica as imagens poderão desaparecer por excesso de calor, expsotas a raios X, campos eletromagneticos, como motores, geradores, caixas de som, etc

4. Quais programas se deve instalar no computador?
De forma geral, os programas que devem ser instalados no computador são programas que acompanham o manual de instruções de sua camera, também conhecidos, por ‘programas proprietarios”, são programas básicos ara tratamento de imagens e mais para frente, programas para a manipulação de imagens como o Adobe Photoshop .

Making og produção em estudio. Focus Escola de Fotografia. Curso de fotografia profissional

Making og produção em estudio. Focus Escola de Fotografia. Curso de fotografia profissional

5. Cuidados com uma câmera digital
Os cuidados que se deve ter com uma câmera digital são os mesmos que devemos ter com uma câmera convencional, ou seja, mantê-las em locais secos e ventilados (estojos de plástico ou couro devem ser evitados), e não devemos guardá-las por muito tempo com suas baterias. É claro que esses instrumentos são delicados e devem ser manuseados com cuidado e atenção. Em locais perto da praia, os cuidados devem ser redobrandos deviso à maresia.

7. Vida útil das baterias e dos sistemas auxiliares de energia
Câmeras digitais são vorazes consumidoras de energia, principalmente quando o visor de cristal líquido está operando e o mecanismo de auto focus opera de maneira contínua. O visor dever desligado sempre que possível, e o mecanismo de foco deve operar da forma mais econômica, ou seja: o foco deve ser feito apenas no momento em que a fotografia for realizada. De forma geral, o visor é desligado automaticamente depois de algum tempo, e esse tempo pode ser determinado pelo fotógrafo. Dependendo da cena o fotografo poderá optar entre AUTO FOCUS ou MANUAL FOCUS.

8. Como transferir as imagens para o computador?
A transferência das imagens para o computador pode ser feita, basicamente de duas formas: a câmera é conectada diretamente ao computador através de cabos que geralmente fazem parte dos acessórios ou a “mídia” é retirada da câmera e colocada diretamente em um “leitor”, isto é, um dispositivo de entrada que já esteja conectado ao computador. Atualmente os computadores disponbilizam drivers internos com leitores para varios formatos de cartão.

Foto do making of. Focus Escola de Fotografia. Cursos de fotografia diigtal em São Paulo, cursos de fotografia a distancia

Foto do making of. Focus Escola de Fotografia. Cursos de fotografia diigtal em São Paulo, cursos de fotografia a distancia

DIFERENÇAS ENTRE CÂMERAS DIGITAIS E CONVENCIONAIS

1. Como funciona uma objetiva digital?
Uma objetiva digital funciona da mesma forma que uma objetiva convencional. Na câmera digital a imagem é formada sobre o CCD ou CMOS,
enquanto que na câmera analogica a imagem ainda é formada sobre o filme. Em muitas câmeras digitais profissionais, como a Nikon D90, as
objetivas das câmeras convencionais podem ser usadas normalmente.

2. Quais são os principais acessórios que podem ser usados em câmeras digitais?
Os acessórios usados em câmeras digitais dependem muito do modelo e da sofisticação da câmera. Nos modelos profissionais, são oferecidas diversas objetivas, flashes e filtros. Nas câmeras compactas são oferecidos flashes externos, e adaptadores para teleobjetivas e grandes angulares que são normalmente rosqueados sobre a zoom que as acompanha.

3. Como as fotos digitais podem ser utilizadas? Sistemas de impressão e uso através do computador e da Internet. As fotos digitais podem ser impressas em impressoras domésticas cada vez com maior qualidade. O fotógrafo deve apenas tomar certos cuidados para que a reprodução das cores seja fiel. É sempre conveniente que se use papel e tinta de boa qualidade, e que antes da impressão de uma cópia grande seja feita uma menor e mais econômica como teste. Os arquivos maiores são mais apropriados para a impressão. Para melhores resultados, procure laboratório fotografico de sua cofiança.
O uso de imagens digitais na Internet é muito mais simples, porém deve-se tomar cuidado para que arquivos muito grandes não sejam enviados. O ideal é o uso de arquivos JPEG em baixa resolução, que são compactos e mantém qualidade suficiente.

Cavalos na neve, foto de Kika Mendes, Focus Escola de Fotografia

Cavalos na neve, foto de Kika Mendes, Focus Escola de Fotografia

4. Quais as limitações no acoplamento de câmeras digitais e computadores?
As conexões entre as câmeras e os computadores podem ser feitas basicamente através de dois meios: cabos de conexão, como os
cabos de vídeo e cabos rápidos como os sistemas USB / Firewire ou ainda através de leitores da mídia da própria câmera.

5. Quais são as configurações mínimas dos computadores para usá-los com câmeras digitais?
É difícil determinar as configurações mínimas dos computadores para usá-los em associação com as câmeras digitais. Normalmente, o trabalho com imagens demanda memória RAM, e memória para o armazenamento dos arquivos. É sensato imaginar que, para o uso doméstico, 1 GIGA de RAM, 280 GB de disco rígido e um processador tipo Pentium Duo são suficientes.

6. Qual é a capacidade de memória das câmeras digitais?
A capacidade de memória das câmeras digitais depende normalmente do cartão de memória que está sendo usado e também da qualidade da imagem que está sendo gravada. Quanto maior a qualidade da imagem gravada, maior é o arquivo e assim a quantidade de fotos capturadas será menor.

7. O que é cartão de memória?
Cartão de memória é um dispositivo de armazenamento de informação. Podem ser regravados várias vezes, e não necessitam de eletricidade para manter os dados armazenados. Atualmente são diversos os tipos de cartões de memória.

Fotografia de natureza, com baixa velocidade e filtro polarizador. Andrea Cunha, aluna dos cursos de fotografia da Escola Focus

Fotografia de natureza, com baixa velocidade e filtro polarizador. Andrea Cunha, aluna dos cursos de fotografia da Escola Focus

8. Qual é a maior ampliação que pode ser obtida com uma câmera digital?
O tamanho da ampliação depende doa arquivo gerado pela câmera, isto é, depende da resolução do CCD. Nas câmeras de 7 megapixel, como a Sony W7 é perfeitamente possível ampliações de 26 x 18 cm sem maiores manipulações. Através do uso de programas de manipulação de imagens. como o Photoshop, por exemplo, as ampliações podem ser maiores.

9. É possível produzir uma foto digital com a mesma qualidade de uma foto convencional?
Sim, é possível que o arquivo gerado por uma câmera digital produza imagens com a mesma qualidade que a imagem produzida por uma câmera convencional. A qualidade vai depender da câmera, da lente, do tipo e tamaho de seu senscor diigtal, processador, memoeir ram e do dispositivo de saída.

Alunos aprendem a observar os melhores angulos do assunto a ser fotografiado. Focus Escola de Fotografia, desde 1975

Alunos aprendem a observar os melhores angulos do assunto a ser fotografiado. Focus Escola de Fotografia, desde 1975

FOTOGRAFIA: APRENDA A USAR O FLASH

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COMO USAR O FLASH ELETRONICO
Por Enio Leite
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Flash de camera adaptado em sombrinha prateada para fotografar em estudio

Flash de camera adaptado em sombrinha prateada para fotografar em estudio

Os amadores em geral costumam condenar as fotos tiradas com flash por apresentarem efeitos artificiais. O profissional, ao contrário, não o dispensa, chegando inclusive a usá-lo de forma criativa, não deixando nenhuma pista ou evidência do emprego deste recurso, apresentando resultados fantásticos. Para estes profissionais, o uso do flash é tão imprescindível, quando o uso de filtro protetor ou parasol.

Já que os ajustes  de maior sensibilidade comprometem a qualidade e saturação das cores, esses profissionais com filmes mais lentos, conseguem “simular” por meio da criatividade, esquemas de iluminação com flash, cuja imagem final é idêntica ou ainda melhor do que a iluminação do próprio ambiente.

As técnicas apresentadas são válidas, tanto para a fotografia analógica, como para a fotografia digital profissional.

A escolha entre analogico e digital vai depender do padrão de qualidade, disposição das imagens e do prazo que seu cliente tem em mente. Entretanto, as tecnicas de uso do flash são exatamente as mesmas.

Flash como luz de preenchimento

Flash como luz de preenchimento

VELOCIDADE DE SINCRONISMO
Para usar qualquer tipo de flash, seja portátil, acoplado á câmara, de estúdio e outros, temos que primeiramente observar a sua velocidade de sincronismo. Este sincronismo refere-se ao intervalo de tempo entre a abertura do obturador e o disparo do flash. Ambos devem acontecer exatamente no mesmo momento. Para isto, necessitamos de uma velocidade específica que dispare o flash no exato momento em que o obturador esteja totalmente aberto para atingir o pico máximo de luz.

Se o manual de sua câmera informar que o sincronismo do flash está regulado para 1/60, e se você acidentalmente utilizar uma velocidade mais rápida como 1/125 ou ainda 1/250, a foto sairá gravada somente em parte, pois a velocidade estará fora do pico, e a cortina do obturador estará cobrindo parte do filme durante a exposição. Aglumas cameras digitais apresentam recurso hi flash, onde podemos utilizar velocidades de sinconismo aé 1/4000. Mas isto ocorre apenas nos flashes digitiais profissionais.

As cameras manuais mais modernas permitem sincronismo do flash até 1/250. Os modelos High Tech, permitem até 1/800 ou mesmo 1/1000, dependendo de programas específicos. Entretanto,

o que importa realmente saber é que a velocidade de sincronismo é a velocidade máxima permitida a operar com flash eletrônico. Esta velocidade, na maioria das vezes, registra apenas a luz emitida pelo mesmo.

NÚMERO GUIA – FLASH MANUAL
Cada tipo ou modelo de flash tem uma potência, um poder de iluminação. Esta medida é o número guia, indicado no manual do seu flash, para filmes de ISO 100.

Em outras palavras, a luz que parte do seu flash se espalha e chega até o assunto com maior ou menor intensidade. Portanto, toda vez em que a distância se altera, é necessário alterar o diafragma para uma correta exposição.

Cada flash tem um número guia, uma potência diferente. Para facilitar o manuseio, cada tipo ou modelo vem com seu respectivo número guia impresso em seu manual. Ou, com uma tabela de Distancia x Abertura, impressa no próprio corpo ou no visor de cristal liquido do flash. Observe-a com cuidado para conseguir a exposição correta.

Esta tabela é para uso do flash nas funções MANUAL (M), AUTOMÁTICO (A) ou ainda em TTL.

Operar o flash em manual significa dizer que estamos utilizando sua potência máxima, seu número guia.

Para calcular a abertura adequada, a ser utilizada a partir do n. guia, caso seu flash não apresente esta tabela impressa muito simples:

Número Guia (80) ISO 100 = Abertura do Diafragma = f/ 8.
Distancia em Metros (10 m)

A técnica do Número Guia é utilizada em flashes profissionais que não trazem impressa em suas respectivas cabeças, a tabela de Distância x Abertura. Desta forma, consulta-se em seu manual o respectivo NG para cada sensibilidade de filme.

FLASH MODO AUTOMÁTICO (A)
Entretanto, a maioria dos flashes disponíveis no mercado operam também em função AUTOMÁTICO (A). Estes modelos possuem um tiristor, um sensor eletrônico que mede a tensão.

Uso de flash inferior para causar maior impacto a imagem

Uso de flash inferior para causar maior impacto a imagem

da luz, ou a intensidade do relâmpago a ser emitida de acordo com a distância entre o flash e o assunto a ser fotografado. Na mesma tabela junto ao flash você encontra, para cada sensibilidade de filme, o diafragma a ser usado em função Automático.

Estas indicações geralmente se apresentam em cores diferentes, em função das distancias que os assuntos se encontram. Cuidado: cada função de Automático indica uma abertura fixa, e o respectivo raio de ação, as distâncias mínimas e máximas que o sensor pode alcançar!

Mesmo nos flashes mais avançados tipo High Tech. Compreenda que o modo Automático refere-se unicamente ao desempenho do flash, não havendo nenhuma mediação de exposição por parte da câmara.
FLASH MODO TTL (TTL)
TTL significa “Through The Lens Metering”, ou seja, leitura através da objetiva. Esta é a leitura fotométrica padrão das câmaras monoreflex atuais. A luz passa pela objetiva e chega no plano do filme, onde será medida por um sensor que medirá a luz refletida da própria superfície do filme. Parece meio complicado, mas a intenção do fabricante é tentar captar o sinal de luz com a maior fidelidade possível.

Quando operamos o flash em TTL, o tiristor que comanda sua função automática é desligado e a intensidade da luz do flash está subordinada á leitura do fotômetro. Desta forma, o sensor fotoelétrico após ter analisado a luz no plano do filme da cena a ser fotografada,

vai enviar ao flash (a ele conectado, via sapata ou cabo TTL), a quantidade de luz necessária para uma exposição normal.

Apesar de teoricamente ser muito prático, já que o fotômetro detecta a quantidade de luz

exata que falta para obter uma exposição normal, e comanda o flash para suprir essa iluminação complementar, este modo só é possível nas câmaras tipo High Tech, em virtude dos contatos periféricos.

Assim, o sistema TTL, está conectado com o fotômetro. Este mede a quantidade de luz disponível, “lê” a distancia pelo sistema Auto Focus, e informa ao flash qual a quantidade

de luz necessária para complementar à exposição, naquele plano, previamente focalizado. Os modelos High Tech ainda contam com programas de sub ou super exposição para melhor controle dos efeitos desejados.

Por outro lado, o sistema TTL na maioria dos flashes inteligentes atuam como luz auxiliar.

podendo subexpor ou super-expor o assunto. Quando isto ocorrer, recomenda-se utilizar a escola de compensação.

OLHOS VERMELHOS
Outro preconceito quanto ao uso do Flash é a produção de imagens com olhos vermelhos.

Efeito de olhos vermelhos causados pela luz do flash

Efeito de olhos vermelhos causados pela luz do flash

Quando a luz do Flash atinge diretamente a pupila, normalmente as pessoas se encontram em local escuro. Nessas condições, a pupila está dilatada pela acomodação visual, fazendo com que a luz do Flash incida diretamente na retina refletindo parte do sangue que ali se encontra. Dessa forma, o aparecimento dos olhos vermelhos nada mais é do que a reflexão da própria retina provocada pela dilatação da pupila em ambientes com deficiência de iluminação.

Aprenda como evitá-los.
1. Use o flash lateralmente, com cabo de sincronismo, isso vai mudar o ângulo de incidência de luz.
2. Peça á pessoa que não olhe diretamente para a câmara.
3. Use iluminação rebatida em teto ou superfície branca.
4. Acenda mais luzes no ambiente. Com isso a pupila vai se contrair, diminuindo a intensidade do reflexo avermelhado.

As cameras tipo Hi Tech, possui um recurso especial para eliminar o “olho vermelho”.

Consiste em promover dois disparos do Flash, no momento em que o obturador é acionado. O primeiro, rapidíssimo, com menor carga, ocorre antes da exposição. Esse disparo tem um “timing” perfeito para que ocorra a contração da pupila, que normalmente está bem dilatada pela falta de iluminação ambiental.

No instante exato da contração máxima, a foto é realizada pelo segundo disparo do flash, o que torna quase impossível conseguir um angulo que incida no fundo do olho, e reflita na direção do filme.

Flash Frontal
O uso mais convencional do flash eletrônico é o do flash direto, acoplado à sapata da câmera, e apontado frontalmente para o tema. Por outro lado, esta posição normalmente

produz sombras indesejáveis, brilho excessivo na pele, e basicamente uma luz dura, clareando o assunto além do ponto desejado e ausência de meios tons. Entretanto há vários meios de controlar este “efeito de artificialidade” produzido pelo Flash:

1. Eliminação de Sombras: Afaste o assunto a ser fotografado mais ou menos 1.5 m do fundo, para que a sombra projetada pelo Flash não fique marcada atrás do corpo da pessoa. Essa simples providência vai melhorar suas fotos.

Caso tenha um fio ou cabo de extensão, procure iluminá-lo lateralmente, ou por cima, para que a sombra não incida diretamente no fundo. Use um rebatedor branco de cartolina, isopor ou papel alumínio para minimizar sombras do rosto e no fundo.

Se o espaço não permitir que você proceda dessas maneiras, procure fotografar o assunto com fundo escuro, o qual absorverá a maior parte das sombras projetadas pela luz do flash.

2. Flash Rebatido: muitos profissionais dirigem o facho de luz do flash para o teto, parede, muito dura. Seus resultados são: luz difusa, homogênea e sombras suaves que não aparecem no fundo. Pode ser utilizado tanto em modo manual, automático ou TTL.

Uma das formas recomendadas de utilização do flash é a de rebatê-lo contra uma superfície branca, no intuito de distribuir e difundir sua luz, simulando a luz natural interior.

3. Flash Auxiliar (Flash de menor tamanho localizado logo abaixo do flash principal). Com a difusão da técnica do flash rebatido, surgiu um outro tipo de problema: Quando o angulo de incidência da luz rebatida é muito grande (muito parecido com a luz do sol próximo ao

meio-dia), aparecem as clássicas sombras nos olhos, debaixo do nariz e do queixo. Para resolver esse problema, os fabricantes desenvolveram o flash auxiliar.

É um pequeno flash que fica em posição fixa frontal, e que sempre fornece uma iluminação complementar ao flash principal para somente iluminar as regiões sombreadas pelo mesmo.

4. Luz Mista, ou Flash de Preenchimento. É possível combinar a luz do flash com a luz natural como técnica corretiva. Este recurso tem um princípio muito simples: preencher o vazio (de luz) nas sombras. Para tanto, a intensidade de luz do flash deve estar equalizada com a fotometria da luz ambiente. Pode também ser empregado para criar efeitos de raios de sol, cenas de contra luz, como entardecer ou otimizar brilhos, em dias nublados ou ainda para corrigir o balanço de cores em ambientes com luz artificial.

REDUTOR DE POTÊNCIA
Este recurso adicional, encontrado nos flashes mais sofisticados, e vem designado com as potências – 1/1 (full – total), 1/2, 1/4, 1/8, 1/16, 1/32 etc.

Isto significa que em 1/1 o flash está em carga máxima e na medida em que se reduz esta carga sucessivamente, pela metade, a luz do flash reduz-se no numero de pontos equivalentes. Esse recurso é muito útil, quando se opera a distancias muito curtas, ou com filmes mais sensíveis, ou ainda apenas para economizar baterias.

Já que as marcas e modelos de Flash estão em constantes aperfeiçoamentos, recomenda-se ler seus respectivos manuais com atenção.

Nas câmeras tipo Hi Tech a redução de potência, é efetuada diretamente no respectivo programa para flash – TTL, acionando-se a respectiva escala de compensação, desde que se utilize o flash indicado pelos seus próprios fabricantes. Alguns modelos originais apresentam esta escala de redução mesmo em modo manual. Para maiores informações, consulte

o livreto de instruções de seu Flash.

“RING FLASH” / FLASH ANULAR
Há Flashes especiais para curtas distâncias, com pequena potência adequada á fotografia científica ou para documentação São conhecidos como Ring Flash, tipo circular, utilizado na frente da objetiva, acoplada como um filtro. Desenvolvido para situações especificas, para temas muitos próximos, em que a iluminação de um flash convencional não é adequada.

Fotografia dental, médica, macrofotografia, e outras aplicações afins, são alguns dos campos em que esta técnica é utilizada. Apresenta uma luz difusa, e em alguns de seus modelos o grau de difusão pode ser controlável. São encontrados em modelos manuais. Automáticos e até TTL. No entanto, seu raio de ação é limitado á 1.2 metros de distância.

Na falta destes flashes, podemos improvisar rebatedores para dirigir o foco de luz  diretamente ao assunto a ser fotografado.

USO DO FLASH EM CÂMERAS DIGITAIS
O flash, tanto nas câmeras analógicas como nas digitais apresentam o mesmo objetivo: iluminar. Portanto, todas as regras aqui apresentadas são válidas. Entretanto, dependendo da sensibilidade de seus respectivos sensores e dos modelos disponíveis no mercado, há ajustes adicionais a serem efetuados para se obter bons resultados.

FOTOGRAFIA?

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O QUE É FOTOGRAFIA ?

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Alunos da Escola Focus. Aula prática em campo

Alunos da Escola Focus. Aula prática em campo

 Derivada das palavras gregas photos (luz) e graphis (estilo, pincel) ou graphê (desenhar com luz,  desenhar), a fotografia é uma técnica de gravação por meios químicos, mecânicos ou digitais, de uma imagem numa camada de material sensível à exposição luminosa.

 Segundo o professor Enio Leite, da Focus – Escola de Fotografia & Tecnologia Digital, “a Fotografia antes de tudo é uma linguagem. Um sistema de códigos verbais ou visuais, um instrumento visual de comunicação. E toda a linguagem nada mais é do que um suporte, um meio, uma base que sustenta aquilo que realmente deve ser dito: a mensagem.”

 Assim, a já tão conhecida fotografia, que completa mais de dois séculos de existência, ainda não é entendida integralmente por especialistas e pesquisadores da área. Hoje ela é base tecnológica, conceitual e ideológica para várias mídias contemporâneas e, por essa razão, compreendê-la consiste em entender e definir as estratégias semióticas* , os modelos de construção e percepção, as estruturas de sustentação de toda a produção contemporânea de signos visuais e auditivos, sobretudo daquela que se faz por meio de mediação técnica. Segundo Roland Barthes[1] a fotografia possui uma linguagem conotativa e denotativa (o óbvio e o obtuso). A linguagem denotativa é o óbvio: tudo o que se vê na fotografia, tudo que está evidente. O conotativo é o obtuso: toda a informação implícita na fotografia. O enquadramento da foto, o posicionamento da câmara mais para cima ou mais para baixo que dá noção de superioridade ou inferioridade… tudo isso corresponde às informações conotativas da fotografia, que geralmente revelam uma bagagem técnica, social e cultural do próprio fotógrafo.

A fotografia ainda pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por esse aspecto e também exploraram outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, reconhecimento e armazenamento de dados.

 Para o doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Milton Chamarelli Filho, “nós representamos ‘algo’, se esse algo foi suficientemente subjetivado para nós. A fotografia, e as demais imagens técnicas condensam o quanto de subjetividade, ‘modelos de percepção e formas de pensamento’ foram investidos em seu processo de construção. (…) A fotografia, neste sentido, é um método, com o qual se observa a realidade.”

 HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 por Nicéphore Niépce[2] numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo chamado betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1839, Jacques Daguerre[3] desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Quase simultaneamente, William Fox Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata. Esse processo é muito parecido com o procedimento fotográfico em uso atualmente, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia, mas demorou para anunciar e não foi mais reconhecido como seu inventor.

Aula pratica noturna com os alunos da Focus Escola de Fotografia

Aula pratica noturna com os alunos da Focus Escola de Fotografia

 O daguerreotipo tornou-se mais popular pois atendeu à demanda de retratos exigida pela classe média durante a Revolução Industrial. Essa demanda, que não podia ser suprida em volume nem em custo pela pintura a óleo, pode ter dado o impulso para o desenvolvimento da fotografia. Nenhuma das técnicas envolvidas (a câmara escura e a fotossensibilidade de sais de prata) foram descobertas do século XIX. A câmara escura era usada por artistas no século XVI, como ajuda para esboçar pinturas, e a fotossensibilidade de uma solução de nitrato de prata foi observada por Johann Schultze, em 1724.

 Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos a partir dos estudos de William Fox Talbot. A fotografia foi disponibilizada para o mercado em massa em 1901 com a introdução da câmera Brownie-Kodak e, em especial, com a industrialização da produção e revelação do filme. Além de o filme colorido tornar-se padrão, o foco automático e a exposição automática, pouco foi alterado nos princípios desde então.

Hoje está se tornando comum a gravação digital de imagens, pois sensores eletrônicos ficam cada vez mais sensíveis e capazes de prover definição em comparação com os métodos químicos.

 FOTOGRAFANDO

Não deixe de expçlorar sombras dos assuntos a serem fotografados

Não deixe de expçlorar sombras dos assuntos a serem fotografados

O mercado de serviços fotográficos prova o ditado: “uma figura vale mais que mil palavras”. Revistas e jornais, companhias que as dispõem em sites, agências de publicidade e outros grupos pagam, e bem, por boas e bombásticas fotografias.

 Muitas pessoas tiram fotografias por passatempo ou para propósitos comerciais. Contemporaneamente, vivemos a mesma mudança de paradigma que os fotógrafos do fim do século XIX. Em 1888, a Eastman Kodak criou o slogan: “você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Todos que tinham uma câmera Kodak pensavam que eram fotógrafos. Hoje, pela facilidade que as câmeras digitais propiciam aos seus usuários, estes também pensam que basta apertar o botão e pronto. Mas é importante ressaltar que os fotógrafos profissionais não apenas tiram as fotos, mas as produzem.

 Quando um determinado autor de fotografias baseia grande parte do seu rendimento nessa atividade, diz-se ser um fotógrafo profissional. Por vezes, o adjetivo profissional é usado erroneamente na fotografia para valorizar uma determinada imagem fotográfica ou perícia de um autor. Na realidade, a qualidade da fotografia nem sempre está relacionada com o fato do seu autor ser ou não profissional. Muitos amadores realizam, com regularidade, imagens mais bem sucedidas que muitos profissionais. Na realidade, “profissional” refere-se apenas à profissão do autor e não à qualidade do trabalho.

 O adjetivo amador, quando atribuído a um fotógrafo, pode ter um significado muito vasto. Pessoas que apenas fotografam seus momentos de vida e de sua família, para uso pessoal, consideram-se fotógrafos amadores. Outros fotógrafos amadores chegam a publicar livros, realizar exposições e dedicam uma vida inteira ao estudo da fotografia.

 Seja amador ou profissional, abaixo seguem algumas dicas que podem ajudar, e muito, os interessados na arte na hora de registrar um momento único. Que tal tentar começar com as festividades da Copa do Mundo ou das festas juninas, ou quem sabe da natureza neste início de inverno, ou ainda dos novos e velhos amigos que surgem dentro da faculdade neste semestre que está por vir?

 As linhas de terço e os pontos áureos: ao dividir o retângulo do visor (e da imagem) em três partes horizontais e três verticais, obtêm-se as chamadas linhas de terço. Os cruzamentos dessas linhas definem pontos fundamentais da composição harmoniosa. Veja como:

Experimente fotografar o pôr-do-sol, posicionando o astro num dos 4 pontos áureos (o cruzamento das linhas de terço). Em contrapartida, posicione-o no centro do fotograma, como todo mundo faz. Compare as duas composições. Na primeira, o quadro passa a ser visto na totalidade. Na segunda, como o sol se encontra ao centro da composição, seus olhos se concentram nele, deixando em segundo plano o restante dos elementos.

 Atenção redobrada com os fundos de sua foto: eles têm de ser neutros para não se confundirem com o motivo em primeiro plano. E não devem ser mais iluminados que seu tema.

 Aproxime-se do motivo: não se deixe levar pela beleza do ambiente, se o objetivo é registrar um detalhe ou uma pessoa. Aproxime-se do motivo desejado. A maioria das fotos de iniciantes peca por deixar o motivo (normalmente um grupo de pessoas) muito longe da objetiva.

Aproxime para render maior impacto! foto: Calil Elias Neto

Aproxime para render maior impacto! foto: Calil Elias Neto

 Cuidado com sombras: a melhor luz natural para se obter boas fotos é a da manhã e a do cair da tarde. O meio-dia, quando o sol está a pino, é a pior hora porque a diferença entre os claros e escuros, ou seja, o contraste fica muito acentuado. Como conseqüência, os rostos, por exemplo, ficam com sombras muito duras e desagradáveis.

 Enquadramento: tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Lembre-se de que, diante do motivo, todos os seus sentidos estão em ação: você sente o vento, os odores, tem noção clara de profundidade. Na foto nada disso é percebido. Por isso, procure ângulos diferentes. Experimente várias posições e opte por aquela que melhor traduz o que você está sentindo.

 Dias nublados dão excelentes fotos: a luz filtrada pelas nuvens é excelente, quando o motivo apresenta contraste natural muito acentuado, porque ela suaviza esse contraste, criando efeitos surpreendentes. Experimente fotografar prédios ou árvores em dias bem nublados e até mesmo com neblina.

 Evite o famoso “olha o passarinho”: as melhores fotos de pessoas, principalmente de crianças, são feitas quando elas não estão posando. A maioria das pessoas perde a naturalidade diante de uma câmara. Portanto, fotografe-as quando estão entretidas em suas atividades naturais.

 Flash desnecessário: lembre-se de que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros. Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Não é necessária luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

 Flash necessário: um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento. Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Nesse caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

 Entretanto, não há melhor dica do que experimentar. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia o manual da sua câmera para saber tudo que ela é capaz e tente todas as configurações possíveis.

 A fotografia, por ser muito subjetiva, não exige regras. O mais importante é aprender a dominar a luz, a velocidade e a sua câmera, e principalmente, treinar sua visão de fotógrafo. Depois disso, é só clicar por aí.

Nuvens poderão render resultados interessantes!

Nuvens poderão render resultados interessantes!

 Notas:

 *Semiótica vem do grego semeion, que significa signo, sinal. Semiótica é pois a ciência dos signos ( de acordo com Dicionário de Semiótica – GREIMAS, A. J. & COURTÉS, J. Dicionário de semiótica. Trad. Alceu Dias Lima et al. São Paulo: Cultrix, s/d [1983].

a.E. Ling. Denominação utilizada, principalmente pelos autores norte-americanos, para a ciência geral do signo; semiologia.

[1] Barthes, Roland. Roland Barthes por Roland Barthes. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.

[2] Joseph Nicéphore Niépce (7 de março de 1765 a 5 de julho de 1833) foi um inventor francês responsável por uma das primeiras fotografias. Niépce começou seus experimentos fotográficos em 1793, mas as imagens desapareciam rapidamente. Ele conseguiu imagens que demoraram a desaparecer em 1824 e o primeiro exemplo de uma imagem permanente, ainda existente, foi tirada em 1826. Ele chamava o processo de heliografia e demorava oito horas para gravar uma imagem.

[3] Louis-Jacques-Mandré Daguerre nasceu em 18 de novembro de 1787, em Cormeilles-en-Parisi, França e morreu em 10 de julho de 1851, em Bry-sur-Marbe, França. Daguerre era comerciante e pesquisador, foi o primeiro a conseguir uma imagem fixa pela ação direta da luz (1835 – o guarreotipo).

 Referências:

Fujifilm. Disponível em www.fujifilm.com.br
Wikipédia – A enciclopédia livre. Disponível em http://pt.wikipedia.org

Fonte: Uninter.com Revista Eletrônica http://www.grupouninter.com.br/revista/anteriores/index.php@edicao_id=10&menu_id=8&id=227

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TORNE-SE FOTOGRAFO PROFISSIONAL

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Aula de produção em estudio. Making of

Aula de produção em estudio. Making of

FOTOGRAFO: Aprenda uma nova Profissão!

Fomentar a pesquisa, ampliar o conhecimento, a criatividade e o aprendizado da fotografia, privilegiando aulas práticas. Este é o diferencial da FOCUS  Escola de Fotografia, que há mais de trinta e cinco anos, qualifica novos profissionais para ingressar no mercado de trabalho pela porta da frente. A atividade fotográfica sempre possibilitou aos seus profissionais, excelente remuneração. Entretanto, os fotógrafos autodidatas, sem formação acadêmica, nestas últimas décadas, tiveram queda significativa em seus padrões de vida. Acreditavam que bastava apenas possuir um bom modelo de câmera e conhecer alguns comandos, que o sucesso já estava garantido!

Hoje, somente profissionais que investem em cursos para sua constante atualização tecnológica, conseguem prosperar por meio da mágica fotográfica.. Compreender as mudanças geradas pelos últimos avanços tecnológicos, as questões técnicas e conceituais, novas tendências de mercado, a estética pertinente à linguagem fotográfica, os fundamentos éticos, jurídicos, inerentes à fotografia, são requisitos essenciais para que você possa ingressar deste mercado de trabalho, tão lucrativo e apaixonante. Seja na fotografia de moda, fotojornalismo, editorial, books, fotografia publicitária e propaganda, fotografia digital, laboratório preto e branco, revelação colorida, tratamento de imagens, casamentos e eventos, fotografia social, documental e outras áreas. A fotografia é  fascinante e criativa. Entretanto, a imagem fotográfica é mais complexa do que muitas pessoas pensam. A boa foto é o resultado do excelente conhecimento técnico, estético e  percepção artística do fotografo. Os cursos de fotografia profissional da FOCUS  foram elaborados para que o aluno, domine estes  importantes aspectos da arte e da técnica fotográfica, temperados com seu olhar e sensibilidade. A FOCUS foi a primeira escola brasileira a implantar Cursos de Fotografia Digital, Cursos Online, Tecnologias Avançadas,  Estudos de Linguagem e Composição Fotográfica, por meio dos métodos “Aprenda Fazendo” e “Aprenda Observando”. Cursos de fotografia  presenciais e a distancia todo Brasil e exterior em língua portuguesa.

Aula de produção em estudio. Resultado do making of.

Aula de produção em estudio. Resultado do making of.

Esta é uma profissão que  SEMPRE  APRESENTARÁ  muitas oportunidades de trabalho. Você poderá atuar como:

- Fotografia de estúdio.
- Fotografia de eventos sociais (casamentos,eventos, aniversários etc).
- Fotografia em agencias de publicidade, escritórios de arquitetura ou editoras de revistas.
- Fotografia de moda.
- Fotografia de reportagem para jornais, revistas e mídias eletronicas.
- Fotografia comercial ou industrial.
- Fotografia da vida selvagem, da natureza e paisagem, vida submarina.
- Fotografia da área medica, veterinária ou cientifica.
- Fotografia de documentos oficiais etc.
- Fotografia publicitária e propaganda.
- Fotografia científica e investigativa.
- Fotografia de aerofotografia e levantamento topográficos.
- Fotografia de arquitetura e interiores.
- Fotografia de sensoriamento remoto.
- Fotografia documentarista.
- Pesquisador, historiador, história da fotografia, sociologia, antropologia, lingüística, tecnologia, linguagem fotográfica, ensino e docência

EXEMPLO: O FOTÓGRAFO PUBLICITÁRIO
 
O fotógrafo profissional, que atua em publicidade,precisa ter alguns atributos essenciais: conhecimento técnico sofisticado, talento, cultura, sensibilidade, atualização profissional constante, eficiência administrativa para desenvolver e organizar o seu trabalho.

Produção em Estudio. Foto de gastronomia

Produção em Estudio. Foto de gastronomia

Na maioria dos casos os fotógrafos dispõem de um estúdio com área de foto, fundo infinito, laboratório, cozinha, oficina, contra-regra e área administrativa.
Isso não significa que ele tenha funcionários para cada área. Muitos trabalham sozinhos e gerenciam o próprio negócio.
A responsabilidade, profissional e ética, do fotógrafo deve ser a sua linha de conduta durante a realização do trabalho, já que compete a ele a qualidade e a composição da imagem que será publicada.
O seu trabalho é parte integrante de um conjunto de providências que serão tomadas para a divulgação da marca ou produto do cliente.

Isso significa que estão envolvidos grandes verbas de produção e veiculação, tempo de planejamento e estratégia publicitária.

O fotógrafo inicia seu trabalho a partir do momento que é chamado e recebe um layout ou briefing para orçar a realização de uma foto.

Com essas informações ele se prepara para elaborar o orçamento, o mais próximo possível da realidade, o que pode se tornar uma tarefa exaustiva e demorada.

Se, durante o trabalho, o cliente solicitar mudanças que alterem o seu custo final, o fotógrafo poderá apresentar uma complementação do orçamento, identificando a origem das alterações.

A foto, pronta para aprovação, envolve uma série de medidas e respectivos custos a serem tomados pelo fotógrafo que, na maioria das vezes, o cliente desconhece.

Exemplo de imagem publicitaria para cosméticos aprovada pelo cliente. Foto: Enio Leite

Exemplo de imagem publicitaria para cosméticos aprovada pelo cliente. Foto: Enio Leite

Se você pretende abrir seu próprio estúdio, poderá realizar todo tipo de trabalho, desde a documentação de eventos (festas e comemorações institucionais e familiares) até a confecção de books,  retratos de modelos e fotos para a imprensa, propaganda ou para publicidade.

Invista no seu futuro e torne-se um fotógrafo profissional bem sucedido. Inscreva-se ainda hoje no curso de fotografia profissional. Não espere outro dia. Conquiste sua independência financeira aprendendo agora uma profissão que ajudará você a ganhar dinheiro por toda sua vida.

Objetivos do Curso de Fotografia Profissional:

- Ensinar a produzir excelentes fotografias utilizando câmera digital ou convencional, de qualquer marca, qualquer tamanho, antiga ou nova, pois as bases da composição, da iluminação, técnica fotográfica e os fundamentos da boa fotografia são sempre as mesmas.

- Desenvolver a  sensibilidade e capacidade criativa de modo que o aluno possa saber expressar seu conceito e  sua arte através da fotografia.
- Ensinar várias dicas e segredos sobre câmeras, digital, equipamentos,  laboratórios fotográficos, lentes, flashes, objetivas, zooms, filtros, filmes, grips, motor drives, como lidar com clientes, montar e gerenciar seu próprio negócio, etc. Muitos fotógrafos levam a vida toda para aprender os segredos aqui apresentados.
- Fornecer um treinamento detalhado, claro e passo a passo sobre as técnicas especiais e as particularidades da fotografia profissional.

Sala de aula da Focus Escola de Fotografia. Número reduzido de alunos

Sala de aula da Focus Escola de Fotografia. Número reduzido de alunos

- Ensinar os aspectos empresariais importantes para quem deseja ganhar dinheiro com fotografia, seja atuando como fotógrafo autônomo, empresário ou procurando emprego.

- Ensinar a selecionar seus clientes e fazer o marketing para novos potenciais compradores.

Público – Alvo:

- Aqueles que desejam aprender uma profissão prazerosa e que buscam uma formação profissional de qualidade em fotografia em curto prazo de tempo, para ingresso imediato no mercado de trabalho. Para quem está iniciando na fotografia ou já é iniciado e tem problemas com fotometria, uso criativo do flash, filtros digital, composição, fotoacabamento e outros. Para aqueles que querem aprender fotojornalismo de verdade, com aluno saindo nas ruas e fotografando onde a notícia acontece. Para quem já conhece photoshop e deseja conhecer técnicas profissionais. Para quem já fotografa e quer conhecer os  novos conceitos da fotografia digital. Para conhecer os novos recursos do flash. Flash durante o dia, flash rebatido, pintura com flash,  flash TTL, flash dedicado, flash como luz de preenchimento,  flash manual e automático, multiflash, light painting, luz mista,  fotocélula, radio flash, etc. Para aqueles que estão iniciando na fotografia de estúdio.
- Interessados que desejam aprender fotografia para ter uma segunda fonte de renda.
 
- Amadores / hobbistas / aficcionados que apreciam arte fotográfica e que procuram desenvolver na fotografia sua  expressão pessoal e olhar fotográfico.

Pré-Requisitos:
Nenhum pré-requisito. Recomendável saber usar o programa Windows e ter muita disposição para aprender.
Metodologia:
As aulas teóricas e práticas são de fácil aprendizado, cuidadosamente explicadas, com vários exemplos para facilitar sua compreensão. Plantão de dúvidas e apostilas No fim de cada módulo, haverá testes para avaliar seu aproveitamento e auxiliar em suas dificuldades e direcionar seu estudo.

Material do Curso:

O curso de fotografia profissional é composto de sete módulos, totalmente práticos e apostilado, com com aulas em campo, exercícios cuidadosamente explicados e vários exemplos para facilitar seu aprendizado. Caso você não possua equipamento fotográfico, seja digital ou analógico, a escola poderá emprestar. Os custos relativos a filmes, cartões de memórias, cds virgens, papel fotográfico, pastas de portfolios, ampliações, impressões e revelações externas, são por corta do próprio aluno.

Na Focus Escola de Fotografia, a maioria das aulas são desenvolvidas em campo, com numero restrito de alunos

Na Focus Escola de Fotografia, a maioria das aulas são desenvolvidas em campo, com numero restrito de alunos

CURSO DE FOTOGRAFIA – PROGRAMAÇÃO

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA
Definição de Fotografia
As Primeiras Imagens
A primeira fotografia da história
O Daguerreótipo
A Calotipia
Ferrotipia e Ambrotipia
Uma verdadeira revolução: A “Chapa Seca”
A chegada da fotografia no Brasil
O Mundo da Fotografia Moderna

AS CÂMERAS
As primeiras câmeras
Os formatos existentes
Tipos de Câmeras: SLR, TLR de Visor Indireto, Grandes Formatos Para Estúdios, Formatos Especiais E Digitais
Câmeras SLR
Câmeras TLR
Câmeras de Visor Indireto
Câmeras de Grandes Formatos
Formatos Especiais
Câmeras Digitais
Câmeras Digitais Profissionais
Autofocus e foco manual – Vantagens e desvantagens
Pin-holes
Partes principais
Corpo
Obturador
A Objetiva
O Diafragma
Principais ajustes das câmeras profissionais e semiprofissionais
Controle de ASA ou ISO
Fotometragem
Motor Drive/Rebobinador
Dispositivo de Foco
Controle de Exposição
Truques com Diafragma Priorizado
Truques com Obturador Priorizado
Controle do Sincronismo do Flash
Outros Controles
Como segurar corretamente a câmera
Manutenção e cuidados
Limpeza
Lentes, objetivas e filtros
Tripés, girafas e sombrinhas
Como comprar adequadamente a sua primeira câmera

Escola Focus de Fotografia. Resultado de aula em campo: Efeito Fantasma.

Escola Focus de Fotografia. Resultado de aula em campo: Efeito Fantasma.

OBJETIVAS
Definição
Sistema Ótico
Objetiva
Lentes
Lentes convergentes
Lentes divergentes
Fixas e Cambiáveis
Objetivas Fixas
Objetivas Cambiáveis
Tipos de Lentes – Classificação e Aplicações
Objetiva Normal
Objetiva Grande-Angular
Teleobjetiva
Objetivas Zoom
Objetivas Macro
Distância Focal e Profundidade de Campo
Distância Focal
Profundidade de Campo

O OBTURADOR
Definição
Obturador de Cortina ou Guilhotina
Obturador Central ou Íris
Sincronizando o Diafragma
Efeitos de Obturação: Imagem Borrada e Imagem Congelada(Panning)
Imagem Borrada
Imagem Congelada ou Panning
Light Painting

LUZ
Constituição e Características
Temperatura
Comprimento e Freqüência de Onda
Intensidade
Princípios da Luz e da Cor
Capacidade de Refração e Reflexão
Absorção e Dispersão
Luz natural, Contínua e Flash
Fotômetro: como e quando usar
Fotômetro de Leitura de Luz Refletida ou Incidente
Como e quando usar o Fotômetro
Exposição, velocidade e abertura

FLASH

 

Introdução
Velocidade de sincronismo, nº guia, luz de enchimento
Luz de Enchimento
Modo Manual
Modo Automático
Mas, o que é fotometragem?
Luz incidente
Luz refletida
Cuidados ao manipular flashes
O uso do flashmeter
Flashes de reportagem
Flash de estúdio

REBATEDORES
Como utilizar
É muito simples usar:
Como é um rebatedor?
Luz Direta
Luz Rebatida
Luz Difusa
Truques e técnicas: rebatedor branco, prata, dourado e preto.
Como improvisar um rebatedor

FOTOGRAFIA DIGITAL

Tipos de camera
Menus e submenus
Como configurar camera digital profissional
Tipos e tamanhos de arquivo
Qualidade, etensões d earquivos
Arquivo Raw
Ajustes de ISO e WB
Espaço e profundiade de Cores
Controle da prudução de ruidos
Interpolação de Imagens
Parametros e outros recursos

FILME PROFISSIONAL
Introdução
O filme preto e branco
O filme colorido
Filmes reversíveis ou diapositivos
Formatos
Sensibilidade: filme lento, médio e rápido
Contraste
Granulação
Filmes rebobinados: vantagens e desvantagens
Como colocar o filme na câmera
Cuidados na manipulação dos filmes

FILTROS
Definição
Tipos

ACESSÓRIOS ESSENCIAIS
Equipamento Básico:
Portfólio essencial
Portfólio digital
Tripés

Escola Focus. Exemplo de macrofotografia

Escola Focus. Exemplo de macrofotografia

PRÁTICA DE LABORATÓRIO
Como montar um laboratório em casa
Revelação de filmes P/B
Caixa de luz
Estufa improvisada para secagem de filmes e papéis:
Revelação do filme colorido
Revelação de diapositivos
Revelação: “Puxar Filmes”
Ampliação – O Ampliador
Ampliação a partir de transparências e montagens caseiras
Tabela
Químicos e papéis fotográficos
Papeis Fotográficos
Contato e prova de exposição
Corte e montagens de fotos
Minilabs: uma fonte de lucros

ILUMINAÇÃO DE ESTÚDIO
Luz contínua – Aplicações
Refletores Photoflood
Parabólicos
Cones e Snoots
Colméias
Flashes de estúdio – Truques de Iluminação
Lâmpada halógena
Meia-luz
Muitas cores – Um único fundo branco
Efeito contraluz
Equipamentos do estúdio profissional
Digital light
Fundos fotográficos – Tecidos, Infinitos e Chroma-Key
Fundos em tecidos
Fundos Infinitos
Chroma-key
Geradores

COMO MONTAR SEU PRÓPRIO ESTÚDIO
O estúdio em casa:
Estúdio de 3×4
Estúdio de books e retratos
Vejamos um exemplo de estúdio de retratos:
O estúdio móvel
Estúdio patrocinado
Maquiagem básica para fotos

Focus Escola de Fotografia. Curso de casamentos e eventos sociais

Focus Escola de Fotografia. Curso de casamentos e eventos sociais

COMO FOTOGRAFAR
Flash ou luz natural?
Enquadramento e perspectiva
Regra do terços (ou regra de ouro)
Regra do horizonte
Fotografia aérea
Fotomicrografia
Objetos transparentes e opacos
Esportes e movimento
Retratos, famílias, crianças, cenas urbanas
Grupos e festas
Arquitetura e paisagens
Produtos e publicidade
Fotografia abstrata e artística
Moda e glamour
USO DO PROGRAMA PHOTOSHOP

1. Perfil ICC e calibragem de monitores
 Arquivo RAW – O que é? Vantagens e desvantagens desse formato e prática de conversão.

2. Processamento de arquivos RAW usando Photoshop CS4.

2.1 Determinando palheta de cores, 8 ou 16 bits, tamanho da imagem, resolução da imagem
2.2 Ajustes automáticos de balanço de branco.
2.3 Ajustes manuais de ajuste de branco.
2.4 Corrigindo exposição, sombras, brilho, contraste e saturação.
2.6 Criando ações para correções de arquivos RAW. Fluxo digital

3. File Browser do Adobe Photoshop CS4.

3.1 Como classificar suas fotos.
3.2 Como indexar palavras chave em suas imagens e otimizar buscas.
3.3 Como obter informações técnicas como abertura, velocidade, ISO modo programados e outras de cada foto.
.
4. Corte e redimensionamento.

4.1 Como compor a imagem cortando a imagem de modo criativo.
4.2 Cortando a imagem de acordo com o tamanho da ampliação.
4.3 Endireitando fotos e corrigindo perspectivas.
4.4 Técnicas de Interpolação.Como transformar pequenas imagens em impressões tipo pôster.

5. Correção de fotos para fotógrafos digitais.

5.1 Corrigindo cores usando o comando Levels.
5.2 Corrigindo cores usando o modo seletivo de cores.
5.3 Corrigindo fotos subexportas.
5.4 Fillin flash digital – flash de preenchimento.
5.5 Correção de olhos vermelhos.
5.6 Removendo manchas de pele em retratos.
5.7 Reduzindo acnes e sardas.
5.8 Corrigindo nitidez, cada cena exige um nível de nitidez.
5.9 Adicionando movimento à uma cena.
5.10 Efeito Cutout.
6. Entrega, Finalização e publicações na internet.
6.1 Adicionando marca d´agua e informações de copyright.
6.2 Exibição de portfolios. Fluxo digital.
6.3 Complementação e conclusão.

Escola Focus. Aula prática em laboratório fotografico

Escola Focus. Aula prática em laboratório fotografico

TRABALHANDO COM FOTOGRAFIA
Planejamento de fotos
Modelo preestabelecido:
Modelo avulso:
Roteiros de Eventos
Roteiro 1 – Aniversário de criança (30 fotos – 02 filmes/36poses)
Arquivamento e identificação do trabalho
Desenvolvimento da linguagem e Marketing pessoal
Direitos autorais e créditos da foto
Registro de suas obras
Setor de depósito legal:
Mercado de Trabalho, Autonomia e Sindicatos
Autonomia
Sindicatos e Associações de Fotógrafos no Brasil
Orçamento e Tabela de Custos – Como Lucrar
Como valorizar e vender seu trabalho
Fornecedores
Estúdios, flashes, equipamentos de iluminação e fundos infinitos:
Filmes e papéis fotográficos:
Câmeras fotográficas e acessórios:
.
RESUMO – Considerações finais
Ficha técnica de um Estúdio Fotográfico:
Apresentação
O Fotógrafo
Opções de estúdios
O mercado
Localização
Certificado:

A FOCUS Escola de fotografia emite Certificado de Conclusão para os alunos regularmente matriculados, com 75% de freqüência e aproveitamento igual ou superior a 60% no resultado do Exame de  Avaliação Final e TCC.

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIa. Certificando profissionais desde 1975

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